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Identificação
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Recursos Humanos
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Linhas de Pesquisa
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Indicadores do Grupo
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Identificação
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Dados básicos
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Nome do grupo: Dinâmica Fônica (Dinafon)
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Status do grupo: certificado pela instituição
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Ano de formação: 1991
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Data da última atualização: 18/08/2009 15:32
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Líder(es) do grupo:
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Eleonora Cavalcante Albano
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Área predominante: Lingüística, Letras e Artes;
Lingüística
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Instituição: Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
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Órgão: Instituto de Estudos da Linguagem
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Unidade: Departamento de Lingüística
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Endereço
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Logradouro: Laboratório de Fonética e Psicolingüística, IEL, Unicamp
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Bairro: Barão Geraldo
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CEP: 13084971
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Cidade: Campinas
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UF: SP
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Telefone: 35211532
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Fax: 32891501
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Home page: http://www.lafape.unicamp.br
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Repercussões dos trabalhos do grupo
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Em 1991 formamos o primeiro grupo interdisciplinar brasileiro voltado para a tecnologia de fala. A adesão de engenheiros permitiu-nos deslanchar e alimentar, com pessoal técnico e acadêmico, a área da ciência e tecnologia de fala no Brasil. Assim se construiu o Aiuruetê, sistema concatenativo de conversão texto-fala do português brasileiro (PB) de alta inteligibilidade - ainda útil, embora tecnologicamente superado.
Com o fim dessa etapa em 1999, nossos quadros começaram a se renovar e se concentrar na pesquisa básica. Vimos, atualmente, nos contrapondo, pela busca de fundamentação epistemológica, à tendência atual do campo a reduzir problemas lingüísticos à matemática ou à estatística. Frise-se que não rechaçamos o formalismo: apenas tentamos subordiná-lo a formas de argumentação mais afeitas às ciências humanas, tendo em conta a sua incontornável resistência ao experimentalismo estrito.
Assim, um vínculo antigo com a Teoria dos Sistemas Dinâmicos amadureceu e solidificou-se na última década: trata-se da adesão crítica à Fonologia Articulatória, modelo fônico dinâmico proposto por Catherine Browman e Louis Goldstein, do Laboratório Haskins, em torno de 1985. Participamos da construção desse modelo através de três frentes: (1) descrição dos processos fônicos categóricos e gradientes da aquisição e do uso de L1 e L2; (2) estudo da distinção entre gestos consonantais e vocálicos a partir de uma concepção da prosódia que não exclui conteúdos segmentais; (3) articulação da gestualidade fônica com uma descrição probabilística do léxico coerente com o conexionismo de Jeffrey Elman - também filiado à Teoria dos Sistemas Dinâmicos. As ferramentas da dinâmica ampliaram o nosso horizonte empírico. Hoje, ao lado dos processos, típicos ou não, envolvidos na aquisição e no uso de algumas línguas - com ênfase no PB -, abordamos questões de fonoestilística e contato interdialetal ou interlingüístico, e fazemos incursões por outros domínios cognitivos, tais como a música.
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