1. Quais informações
estão contidas nas bases de dados do Diretório?
2. Como são obtidas as informações
constantes nas bases de dados do Diretório?
3. Quais são as instituições
participantes e como elas ingressam no Diretório
dos Grupos de Pesquisa?
4. Como ingressar no Diretório
dos Grupos de Pesquisa?
5. O que é um grupo de pesquisa?
6. Quem é um líder de grupo?
7. Como são identificados os
líderes de grupos de pesquisa?
8. Um pesquisador pode ser líder
de mais de um grupo?
9. Quem são os pesquisadores
de um grupo?
10. Como são identificados os
pesquisadores e estudantes de um grupo?
11. Um pesquisador pode participar
de mais de um grupo?
12. Um pesquisador pode participar
de grupos em mais de uma instituição?
13. Quem são os estudantes de
um grupo?
14. Um estudante pode participar de
mais de um grupo?
15. O que é linha de pesquisa?
Qual a diferença entre linha e projeto de pesquisa?
16. A produção científica,
tecnológica e artística de um grupo é
colhida no formulário do Sistema Grupo ou é
extraída da Base de Currículos Lattes?
17. Qual é a produção
científica, tecnológica e artística
de um grupo?
18. Para qual grupo será levada
a produção científica de um pesquisador
ou estudante que participa de mais de um grupo?
19. Porque na Súmula estatística
e no Plano tabular as tabelas trazem totalizações
diferentes para a mesma informação?
20. Como obter estatísticas
sem duplas ou múltiplas contagens?
21. É obrigatório ter
um currículo Lattes no CNPq para participar do
Diretório?
22. Quais informações
curriculares são utilizadas na base de dados
do Diretório?
1. Quais informações estão
contidas nas bases de dados do Diretório?
As informações constantes na base dizem
respeito aos recursos humanos constituintes dos grupos
(pesquisadores, estudantes e técnicos), às
linhas de pesquisa, às especialidades do conhecimento,
aos setores de atividade envolvidos, à produção
científica, tecnológica e artística
dos participantes e aos padrões de interação
dos grupos com o setor produtivo. Além disso,
cada grupo está situado no espaço (instituição,
unidade da federação e região)
e no tempo.
2. Como são obtidas as informações
constantes nas bases de dados do Diretório dos
Grupos de Pesquisa?
Todos os procedimentos de captura de dados e certificação
de grupos são realizados através do site
de Coleta/atualização do Diretório.
As informações são colhidas por meio
de um formulário eletrônico padronizado,
que os líderes de grupo das instituições
participantes têm acesso. Para isso, o líder
deve ter um currículo Lattes no CNPq e estar cadastrado
como tal pelo Dirigente de Pesquisa da sua instituição.
Os Dirigentes de Pesquisa são os gerentes superiores
da atividade de pesquisa na instituição
(os pró-reitores, superintendentes, diretores,
vice-presidentes, coordenadores de pesquisa das instituições
ou equivalente). É do dirigente a responsabilidade
de identificar e cadastrar os líderes de grupos
da sua instituição e decidir sobre a certificação
ou não dos grupos enviados por esses líderes.
Somente os grupos certificados por esses dirigentes são
considerados pelo CNPq, tanto nas bases censitárias
como na base corrente. A base corrente é atualizada
continuamente e as bases censitárias são
“fotografias” estáticas da base corrente,
feitas bienalmente pelo CNPq. Saiba mais em
Aquisição de dados.
3. Quais são as instituições
participantes e como elas ingressam do Diretório
dos Grupos de Pesquisa?
Participam do Diretório as seguintes categorias
de instituições (somente brasileiras):
- universidades federais, estaduais, municipais e privadas;
- instituições de educação
superior não universitárias que possuam
pelo menos um curso de pós-graduação-
reconhecido pela CAPES/MEC (centros universitários,
faculdades integradas, faculdades isoladas, institutos,
escolas, centros de educação tecnológica,
etc);
- institutos públicos de pesquisa científica;
- institutos tecnológicos públicos;
- laboratórios de pesquisa e desenvolvimento de
empresas estatais;
- organizações não governamentais
com atuação permanente e profissional em
pesquisa científica ou tecnológica.
Ver a relação das instituições
em
Anexos.
Notas:
1) O ingresso de uma instituição no Diretório
é precedido de análise pelo CNPq. As instruções
para as instituições que queiram pleitear
seu ingresso estão disponíveis no site de
Coleta/atualização de dados do Diretório,
em Informações gerais, Instituições
participantes (
http://dgp.cnpq.br/diretorioc/html/infogeral/index.html ).
2) Não se incluem no DGP as empresas privadas do
setor produtivo. Essas têm suas atividades de pesquisa
levantadas pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística, através do programa de Pesquisa
de Inovação Tecnológica – PINTEC.
4. Como ingressar no Diretório dos
Grupos de Pesquisa?
Todos os procedimentos para ingresso de instituições
e registro de grupos no Diretório estão
explicitados no site de Coleta/atualização
do Diretório, nos módulos de Informações
gerais e Perguntas freqüentes
http://dgp.cnpq.br/diretorioc/
5. O que é um grupo de pesquisa?
O grupo de pesquisa é definido como um conjunto
de indivíduos organizados hierarquicamente em torno
de uma ou, eventualmente, duas lideranças:
- cujo fundamento organizador dessa hierarquia é
a experiência, o destaque e a liderança no
terreno científico ou tecnológico;
- no qual existe envolvimento profissional e permanente
com a atividade de pesquisa;
- cujo trabalho se organiza em torno de linhas comuns
de pesquisa;
- e que, em algum grau, compartilha instalações
e equipamentos.
O conceito de grupo admite aquele composto de apenas um
pesquisador. Na quase totalidade desses casos, os grupos
se compõem do pesquisador e de seus estudantes.
Nota: O conceito de grupo de pesquisa, construído
desde o início do projeto do Diretório,
continua o mesmo: trata-se de um grupo de pesquisadores,
estudantes e pessoal de apoio técnico que está
organizado em torno à execução
de linhas de pesquisa segundo uma regra hierárquica
fundada na experiência e na competência
técnico-científica. Esse conjunto de pessoas
utiliza, em comum, facilidades e instalações
físicas. Como se vê, a(s) linha(s) de pesquisa
subordina(m)-se ao grupo, e não o contrário.
Tem-se observado, crescentemente, o aparecimento de
configurações onde um líder de
grupo declara participar, só ou acompanhado de
um segundo líder, de tantos grupos de pesquisa
quantas são as linhas que desenvolve. Algumas
vezes, inclusive, o que parece ser apenas uma linha
de pesquisa, com pequenas variações, aparece
como elemento organizador de vários grupos. Este
fato levou CNPq a considerar como sendo uma atipicidade
o pesquisador (independente da sua condição
de liderança) participar de quatro grupos ou
mais, com vistas a redirecionar a definição
de grupo para aquela estabelecida originalmente no projeto.
Embora nenhuma regra imponha limite de participação,
essa atipicidade é informada ao pesquisador e
ao dirigente, automaticamente pelo sistema de coleta.
6. Quem é um líder de grupo?
O pesquisador líder de grupo é o personagem
que detém a liderança acadêmica e
intelectual naquele ambiente de pesquisa. Normalmente,
tem a responsabilidade de coordenação e
planejamento dos trabalhos de pesquisa do grupo. Sua função
aglutina os esforços dos demais pesquisadores e
aponta horizontes e novas áreas de atuação
dos trabalhos.
7. Como são identificados os líderes
de grupos de pesquisa?
A identificação de líderes de grupos
é de total responsabilidade da instituição,
através do dirigente institucional de pesquisa.
O CNPq auxilia nesse processo disponibilizando aos dirigentes,
no site a eles destinado, ferramentas de consulta à
base de currículos Lattes, de bolsistas de produtividade
em pesquisa e de orientadores de bolsistas de mestrado
e doutorado do CNPq.
8. Um pesquisador pode ser líder
de mais de um grupo?
Sim. No entanto, é considerado atípico no
Diretório um pesquisador participar de mais de
quatro grupos, independentemente da condição
de liderança (
ver pergunta 11).
9. Quem são os pesquisadores de
um grupo?
Pesquisadores são os membros graduados ou pós-graduados
da equipe de pesquisa, direta e criativamente envolvidos
com a realização de projetos e com a produção
científica, tecnológica e artística
do grupo. Estagiários pós-doutorais devem
ser considerados como pesquisadores do grupo.
10. Como são identificados os pesquisadores
e estudantes de um grupo?
O CNPq não interfere nesse nível de definição.
Cabe aos líderes de grupos definir quais são
os pesquisadores, estudantes e técnicos de seus
grupos. No caso dos estudantes, é necessário
que estejam matriculados em curso de graduação
ou pós-graduação. Por outro lado,
cabe aos dirigentes de pesquisa a identificação
dos líderes e a certificação dos
grupos de sua instituição.
11. Um pesquisador pode participar de
mais de um grupo?
O conceito de grupo de pesquisa, construído desde
o início do projeto do Diretório, continua
o mesmo: trata-se de um grupo de pesquisadores, estudantes
e pessoal de apoio técnico que está organizado
em torno à execução de linhas de
pesquisa segundo uma regra hierárquica fundada
na experiência e na competência técnico-científica.
Esse conjunto de pessoas utiliza, em comum, facilidades
e instalações físicas. Como se vê,
a(s) linha(s) de pesquisa subordina(m)-se ao grupo, e
não o contrário.
Tem-se observado, crescentemente, o aparecimento de
configurações onde um líder de
grupo declara participar, só ou acompanhado de
um segundo líder, de tantos grupos de pesquisa
quantas são as linhas que desenvolve. Algumas
vezes, inclusive, o que parece ser apenas uma linha
de pesquisa, com pequenas variações, aparece
como elemento organizador de vários grupos. Este
fato levou CNPq a considerar como sendo uma atipicidade
o pesquisador (independente da sua condição
de liderança) participar de quatro grupos ou
mais, com vistas a redirecionar a definição
de grupo para aquela estabelecida originalmente no projeto.
Embora nenhuma regra imponha limite de participação,
essa atipicidade é informada ao pesquisador e
ao dirigente, automaticamente pelo sistema de coleta.
12. Um pesquisador pode participar de
grupos em mais de uma instituição?
Sim. Muitas vezes, esse tipo de participação
efetivamente ocorre, mas a experiência desde o início
do projeto em 1993 mostra que, na maioria dos casos, a
atuação do pesquisador, tal como é
definido no Diretório, é uni-institucional.
O importante é compreender o que é participar
de um grupo, no âmbito do Diretório: trata-se
de um trabalho permanente e profissional de pesquisa no
grupo. Ao lado da participação em um grupo,
um pesquisador pode ter colaborações eventuais
com outros (em uma ou mais instituições),
que não devem, no Diretório, ser consideradas
como participação (ver perguntas
5
e
11).
13. Quem são os estudantes de um
grupo?
São estudantes (bolsistas ou não) em iniciação
científica e em cursos de pós-graduação
que participam ativamente das linhas de pesquisa desenvolvidas
pelo grupo, como parte de suas atividades discentes, sob
a orientação de pesquisadores do grupo.
Os estagiários em nível de pós-doutoramento
devem ser considerados como pesquisadores do grupo, e
não como estudantes.
14. Um estudante pode participar de mais
de um grupo?
Sim. No entanto, com base na experiência do Diretório,
é atípico um estudante participar de mais
de dois grupos de pesquisa, tendo em vista que essa situação
se distancia da média observada no Diretório.
15. O que é linha de pesquisa?
Qual a diferença entre linha e projeto de pesquisa?
Linha de pesquisa representa temas aglutinadores de estudos
científicos que se fundamentam em tradição
investigativa, de onde se originam projetos cujos resultados
guardam afinidades entre si.
Projeto de pesquisa é a investigação
com início e final definidos, fundamentada em objetivos
específicos, visando a obtenção de
resultados, de causa e efeito ou colocação
de fatos novos em evidência.
Nota: O conceito de grupo de pesquisa (
pergunta 05),
construído desde o início do projeto do
Diretório, continua o mesmo: trata-se de um grupo
de pesquisadores, estudantes e pessoal de apoio técnico
que está organizado em torno à execução
de linhas de pesquisa segundo uma regra hierárquica
fundada na experiência e na competência
técnico-científica. Esse conjunto de pessoas
utiliza, em comum, facilidades e instalações
físicas. Como se vê, a(s) linha(s) de pesquisa
subordina(m)-se ao grupo, e não o contrário.
No entanto, tem-se observado, crescentemente, o aparecimento
de configurações onde um líder
de grupo declara participar, só ou acompanhado
de um segundo líder, de tantos grupos de pesquisa
quantas são as linhas que desenvolve. Algumas
vezes, inclusive, o que parece ser apenas uma linha
de pesquisa, com pequenas variações, aparece
como elemento organizador de vários grupos. Este
fato levou CNPq a considerar como sendo uma atipicidade
o pesquisador participar de quatro grupos ou mais, com
vistas a redirecionar a definição de grupo
para aquela estabelecida originalmente no projeto
(
ver pergunta 11).
16. A produção científica,
tecnológica e artística de um grupo é
colhida no formulário do Sistema Grupo ou é
extraída da Base de Currículos Lattes?
É extraída, na íntegra, dos currículos
Lattes existentes no CNPq, dos pesquisadores e estudantes
cadastrados nos grupos de pesquisa.
17. Qual é a produção
científica, tecnológica e artística
de um grupo?
É a soma da produção existente nos
currículos Lattes dos pesquisadores e estudantes
que participam do grupo, admitida a dupla ou múltipla
contagem que ocorre devido às co-autorias entre
participantes do mesmo grupo.
18. Para qual grupo será levada
a produção científica de um pesquisador
ou estudante que participa de mais de um grupo?
A totalidade da produção constante do currículo
Lattes do pesquisador ou estudante será computada
igualmente em todos os grupos de que ele participa.
19. Porque na Súmula Estatística
e no Plano tabular as tabelas trazem totalizações
diferentes para, aparentemente, a mesma informação?
Essas diferenças não significam erros e
podem ocorrer nas unidades de análise de Linhas
de Pesquisa, Pesquisadores, Estudantes ou Produção
C,T&A, pelos seguintes motivos:
Linhas de Pesquisa: Cada linha de pesquisa
pode estar associada a até 3 grandes áreas
ou áreas do conhecimento ou a até 3 setores
de atividade. Por isso, se a variável de filtro
selecionada pelo usuário for uma dessas três,
quase sempre haverá dupla ou múltipla contagem
nos totais obtidos por soma e esses totais serão
diferentes entre si, de acordo com a variável de
filtro selecionada.
Pesquisadores ou estudantes: Pode haver
dupla ou múltipla contagem nos valores obtidos
por soma, tendo em vista que o pesquisador ou estudante
pode participar de mais de um grupo. Por exemplo, um pesquisador
que participa de grupos vinculados a mais de uma área
do conhecimento é computado uma vez em cada área.
O mesmo ocorre quando os dados são computados por
grande área, instituição, unidade
da federação, etc. Na dimensão mais
desagregada de uma tabela (em cada área, grande
área, instituição ou UF), no entanto,
não há dupla contagem. Continuando no mesmo
exemplo acima, não ha dupla contagem nos totais
de cada área do conhecimento, mas haverá
na soma desses totais. Por isso, as totalizações
obtidas por soma são diferentes, de acordo com
as diferentes dimensões selecionadas nas consultas.
Produção C,T&A: O inventário
da produção científica, tecnológica
e artística dos grupos é construído
a partir das informações existentes nos
currículos Lattes dos pesquisadores e estudantes
e é sempre apresentado por uma proxi, que é
a soma das produções individuais de seus
componentes. Como conseqüência, quase sempre
haverá duplas ou múltiplas contagens no
número de produções, por causa das
co-autorias entre participantes do mesmo grupo. Além
disso, sempre haverá dulplas ou múltiplas
contagens nos totais da produção obtidos
por soma, tendo em vista que pesquisadores que participam
de mais de um grupo de pesquisa terão a totalidade
de sua produção remetida a cada um dos grupos
de que participa. Em resumo, no total da produção
de um único grupo poderá ter duplas ou múltiplas
contagens por causa das co-autorias e na soma das produções
dos grupos haverá, além das co-autorias,
as duplas ou múltiplas contagens por causa dos
pesquisadores que participam de mais de um grupo. Essas
totalizações variam de acordo com as opções
de consulta selecionadas pelo usuário (
ver
pergunta 17).
As notas de rodapé das tabelas da Súmula
Estatística e do Plano tabular contêm sempre
informações relativas à dupla contagem.
20. Como obter estatísticas sem
duplas ou múltiplas contagens?
No Plano Tabular, escolha a opção “Brasil”
na variável de filtro “Geográfico/Institucional
para obter o número de pesquisadores e estudantes
sem computar as repetições.
21. É obrigatório ter um
currículo Lattes no CNPq para participar do Diretório?
Sim. Todos os pesquisadores e estudantes que participam
de grupos de pesquisa precisam ter um Currículo
Lattes no CNPq. Os líderes podem cadastrar integrantes
que não possuem CV Lattes em seus grupos. No entanto,
ainda que esses grupos sejam certificados pelo Dirigente,
os integrantes sem CV Lattes ficam em pendência,
ou seja, seus nomes não podem ser recuperados na
busca textual da base corrente, nem são computados
nas estatísticas dos grupos, enquanto não
cadastrarem seus currículos no CNPq. Da mesma forma,
sempre que o CNPq realiza um censo, os integrantes nessa
situação não são considerados
na base de dados. Essa regra vale também para aqueles
que possuem outros currículos que não são
Lattes, como o Bcurr, CNTC e CVO, ou seja, ficarão
em pendência até converterem seus currículos
para o modelo Lattes.
Muitas vezes, o pesquisador ou estudante tem CV Lattes
registrado no CNPq, mas o sistema não consegue
identificá-lo por inconsistência de dados
entre o Diretório dos Grupos de Pesquisa e a
Base de Currículos Lattes. Para que essa identificação
ocorra, é necessário que os dados que
geram a identificação unívoca do
integrante estejam idênticos em ambos os sistemas.
22. Quais informações curriculares
são utilizadas na base de dados do Diretório?
Os dados de identificação, sexo, titulação
máxima do pesquisador, nível de treinamento
do estudante, e da produção científica,
tecnológica e artística dos integrantes
do grupo.